
Estava escutando uma música, Hallelujah, (http://www.youtube.com/watch?v=4kVCnLsGzK8&feature=player_embedded#at=64) e lá pelo meio ouço que "o amor não é uma marcha da vitória, mas uma sofrida aleluia". Creio que estes versos mal traduzidos resumem a essência desse sentimento que nos aproxima de Deus, pois na capacidade de amar a todos e, de uma forma única, uma pessoa é que transcendemos a nossa condição de meros caminhantes pelo mundo, para nos tornarmos verdadeiramente pessoas.
Mas você pode estar pensando sobre como saber o que é verdadeiramente amar, ou quando estamos iludidos, não tenho uma resposta, mas te digo que existem indícios muitos claros, como os versos apontam, já o amar se manifesta no silêncio, no estar lado a lado sem dizer nada, apenas segurando a mão do outro, no chorar copiosa, ou calmamente diante da dor, ou do por do sol, é ver pela milésima vez o mesmo filme, andar o mesmo caminho, é viver os momentos novos e também a rotina e em todas essas situações dar graças, dizer aleluia, porque se está naquele lugar, mas mais do que isso, com aquela pessoa que te aquece o coração, acalma a alma e descansa o corpo.
Claro que em alguns momentos as brigas acontecem e ai as caras se fecham, a raiva chega à porta, entra, senta na cama, deita entre os dois, mas não fica muito, pois não suporta o desejo que cada um tem do abraço, do beijo, do carinho que são o reencontro e a certeza da felicidade que tem endereço, CPF e identidade e está ali no toque do outro esperando por você.
É, tenho certeza de que fomos feitos para amar, e se o amor é essa sofrida aleluia que dobremos nossos joelhos e a digamos, silenciosa, calma, ou escandalosamente Aleluiamas , mas que não passemos pela vida sem o fazer, pois isso significaria que apenas passamos e não vivemos.
Mas você pode estar pensando sobre como saber o que é verdadeiramente amar, ou quando estamos iludidos, não tenho uma resposta, mas te digo que existem indícios muitos claros, como os versos apontam, já o amar se manifesta no silêncio, no estar lado a lado sem dizer nada, apenas segurando a mão do outro, no chorar copiosa, ou calmamente diante da dor, ou do por do sol, é ver pela milésima vez o mesmo filme, andar o mesmo caminho, é viver os momentos novos e também a rotina e em todas essas situações dar graças, dizer aleluia, porque se está naquele lugar, mas mais do que isso, com aquela pessoa que te aquece o coração, acalma a alma e descansa o corpo.
Claro que em alguns momentos as brigas acontecem e ai as caras se fecham, a raiva chega à porta, entra, senta na cama, deita entre os dois, mas não fica muito, pois não suporta o desejo que cada um tem do abraço, do beijo, do carinho que são o reencontro e a certeza da felicidade que tem endereço, CPF e identidade e está ali no toque do outro esperando por você.
É, tenho certeza de que fomos feitos para amar, e se o amor é essa sofrida aleluia que dobremos nossos joelhos e a digamos, silenciosa, calma, ou escandalosamente Aleluiamas , mas que não passemos pela vida sem o fazer, pois isso significaria que apenas passamos e não vivemos.
Disse tudo, Adolfo. Nós que complicamos demais tentando definir nos exatos termos o que sentimos e o que vemos, ao invés de naturalmente deixar as coisas fluirem. Talvez por um medo de nos arrependermos deixamos de fazer aquilo que não só é essencial, mas que é humano. Nós todos erramos, brigamos, julgamos. Mas quando aprendemos a valorizar estas pequenas coisas tudo mais de ruim perde a importância demasiada que damos. Não é mesmo?
ResponderExcluirBom ler palavras tuas novamente.